Iniciou suas atividades musicais tocando em bailes nos subúrbios, participando de serenatas, de blocos e de ranchos carnavalescos. Integrou o grupo do bairro da Cidade Nova, tendo acompanhado blocos de sujos que se formavam na Galeria Cruzeiro, no centro da cidade. Em 1920, teve duas de suas composições gravadas na Odeon pelo Grupo do Elias, os choros "Caboclo não bebe mais" e "Recordações campistas". Em 1949, Pixinguinha e Benedito Lacerda gravaram uma composição sua, "Devagar e sempre", equivocadamente atribuída à dupla. Após sua aposentadoria como taxista em 1951, integrou o grupo da Velha Guarda, organizado por Almirante, em 1954. Além dele, faziam parte do grupo Pixinguinha, João da Baiana, Donga, entre outros. Em 1955 passou a apresentar-se na boate carioca Casablanca, no show de Zilco Ribeiro "O samba nasce no coração". Com o grupo da Velha Guarda, gravou três LPs históricos, no qual mostra toda a agilidade e leveza de sua execução. Quando do lançamento do LP "A velha guarda", em 1955, a "Revista da música popular", publicou uma reportagem sobre o disco, onde afirma: "Na face A temos o choro "Que perigo", apresentando este indestrutível Alfredinho, que com seus setenta e tantos anos, tocando um instrumento de possibilidades limitadas como o flautim, nos brinda com uma execução difícil de ser igualada, em sua graça, frescura e desenvolvimento melódico".

21
MAI
Aniversariantes
Argemiro da Portela
Barbosa Júnior
Careca
Cláudio de Luna Freire
Edson Show
Edu Marques
Frejat
Josimar Carneiro
Jota Moraes
Pacífico Mascarenhas
Pilombeta
Ramos Cotoco
Sérgio Silva
Sílvio Mazzuca
Vanisa Santiago

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