Sua carreira foi alavancada por Luciana de Moraes, que estava na platéia de um show realizado pela cantora na casa noturna Mistura Fina, no Rio de Janeiro. Em 1998, assinou contrato com a BMG.
Lançou, no ano seguinte, seu primeiro CD, "Ana Carolina", registrando composições próprias, como "Trancado" e "Armazém", e de outros autores, como "Retrato em branco e preto" (Tom Jobim e Chico Buarque) e "Alguém me disse" (de Evaldo Gouveia e Jair Amorim). O CD rendeu à cantora um Disco de Ouro.
Participou do songbook de Chico Buarque, interpretando as canções "Mil perdões" e "Eu te amo" (c/ Tom Jobim).
Em 2000, apresentou-se no Teatro Rival (RJ), seguindo em turnê nacional. Ainda nesse ano, voltou a apresentar-se no Teatro Rival, acompanhada por Elder Costa (guitarra), Luciano Leal (baixo), Marcos Nimrichter (teclados), MacWillian (bateria), Marco Lobo e Da Lua (percussão). Também em 2000, foi indicada ao Grammy Latino, na categoria Revelação Pop.
Em 2001, lançou seu segundo disco, "Ana Rita Joana Iracema e Carolina", contendo suas canções "Confesso", "A câmera que filma os dias" e "Que se danem os nós", todas com Totonho Villeroy, "O rio", "Implicante", "Joana", "Vê se me esquece", "Violão e voz", "Dadivosa" (c/ Neusa Pinheiro e Adriana Calcanhotto) e "Me sento na rua" (c/ Vanessa da Mata), além de "Ela é bamba" (Totonho Villeroy), "Pra terminar" (Herbert Vianna), "Que será" (Mário Rossi e Marino Pinto), "Eu nunca te amei idiota" (Alvin L.) e "Quem de nós dois", versão de sua autoria, em parceria de Dudu Falcão, para música de Gean Luca Grignani e Massima Luca. O CD foi contemplado com Disco de Ouro e Disco de Platina. Também nesse ano, foi apresentada por Maria Bethânia, sua declarada admiradora, no projeto BR Alternativo, realizado no Canecão (RJ). Ainda em 2001, lançou, nesse mesmo espaço, seu disco "Ana Rita Joana Iracema e Carolina". O espetáculo registrou sua consagração pública e teve casas lotadas todas as noites. Logo em seguida, gravou, ao vivo, no auditório da Rádio MPB FM, a música "Luiza", durante o programa "Palco MPB". A canção, posteriormente lançada no disco "Palco MPB 2", logo ficaria entre as mais solicitadas da programação da emissora em 2001 e 2002.
Em 2003, lançou o CD "Estampado", contendo suas composições "Não fale desse jeito" e "O beat da beata", ambas com Seu Jorge), "Hoje eu tô sozinha", "Encostar na tua", "Elevador (Livro de esquecimento", "Só fala em mim" (c/ Totonho Villeroy e Celso Fonseca), "É hora da virada" (c/ Totonho Villeroy e Eugenio Dale), "Pra rua me levar" (c/ Totonho Villeroy), "É mágoa", "Mais que isso" (c/ Chico César), "Vox populi", "Vestido estampado" e "Nua" (c/ Vítor Ramil), além de "2 bicudos" (Totonho Villeroy) e "Uma louca tempestade" (Totonho Villeroy e Bebeto Alves). O encarte do disco, com grafismos de sua autoria, apresentou sua faceta de pintora. Nesse mesmo ano, lançou o DVD "Estampado", dirigido por Monique Gardenberg, contendo o making off da gravação do disco e um show feito pela cantora no Largo da Carioca ( RJ). Ainda em 2003, estreou turnê em Juiz de Fora, seguindo para o Rio de Janeiro, onde se apresentou no Canecão.
Fez show, em 2004, no Claro Hall (RJ).
Em 2005, voltou ao palco do Canecão (RJ) com o show "Estampado". Nesse ano, teve suas composições "Abismo" e "Ultra-leve amor", ambas com Jorge Vercilo, registradas pelo parceiro no CD "Signo de ar" (EMI). Também em 2005, apresentou-se ao lado de Seu Jorge em São Paulo. Os dois artistas interpretaram no espetáculo sucessos de suas respectivas carreiras, além de dois textos de Elisa Lucinda que musicaram em parceria: "Só de sacanagem" e "Alfredo é Gisele". O show foi gravado ao vivo para lançamento no DVD "Ana e Jorge" (Sony BMG) e gerou o single "É isso aí", versão de Ana Carolina para "Blower's daughter", sucesso de Damien Rice.
Lançou, em 2006, o CD duplo “Dois Quartos” (Sony-BMG), contendo exclusivamente canções inéditas. No primeiro, intitulado “Quarto”, registrou suas canções "Nada te faltará", "Tolerância", "Ruas de Outono" e "Aqui", todas com Antonio Villeroy, "Um edifício no meio do mundo" (c/ Jorge Vercilo), "Eu comi a Madona" (c/ Mano Melo, Antonio Villeroy e Alvin L.), "1.100,00 (Nega Marrenta)" (c/ Aleh), "O Cristo de madeira", "Chevette" e "Notícias Populares", além de "Rosas" (Antonio Villeroy) e "Vai" (Mona Saback). O segundo disco, intitulado "Quartinho", mais experimental, trouxe suas canções "La Critique" (c/ Dunga e Nilo Romero), "Manhã" (c/ Antonio Villeroy, Bebeto Alves e Aleh), "Cantinho" (c/ Gastão Villeroy), "Eu não paro" (c/ Dudu Falcão e Lula Queiroga), "Claridade" (c/ Aleh), "Então vá se perder", "Carvão", "Homens e mulheres", "Corredores", "Sen.ti.mentos" e "Milhares de sambas", além de um remix de "Eu comi a Madona".
Em 2008, lançou o DVD “Multishow ao vivo Ana Carolina – Dois quartos”, contendo suas canções “Tolerância”, “Nada te faltará” e “Ruas de Outono”, todas com Antônio Villeroy, “Eu que não sei quase nada do mar” e “Um edifício no meio do mundo”, ambas com Jorge Vercilo, “Cantinho” (c/ Gastão Villeroy), “Eu comi a Madona” (c/ Mano Melo, Antônio Villeroy e Alvin L), “Carvão”, “O Cristo de madeira”, “Milhares de sambas” e “Cabide”, e ainda “É isso aí”, versão de sua autoria para “The Blower's Daughter”, de Damien Rice, entre outras.
Comemorando 10 anos de carreira, lançou, em 2009, o CD “N9ve”, com nove faixas: “10 Minutos (Dimmi Perché)” (c/ Chiara Civello), “Dentro” (c/ Dudu Falcão), “Tá rindo, é?” (c/ Antônio Villeroy e Mombaça), “Entreolhares (The Way You're Looking At Me)” (c/ John Stephens e Antônio Villeroy), em dueto com o cantor americano John Legend, “Era”, “8 Estórias” (c/ Chiara Civello), “Resta” (c/ Chiara Civello e Dulce Quental), “Torpedo” (c/ Gilberto Gil e Mombaça) e “Traição” (c/ Chiara Civello), esta última com a participação da contrabaixista e cantora americana Esperanza Spalding e do pianista Daniel Jobim. Ainda nesse ano, lançou o DVD, “Multishow registro - Ana Carolina + um”, com direção de Monique Gardenberg, arte e cenografia de Gringo Cardia, e fotografia de Lauro Escorel. No repertório, suas canções “Mais que a mim”, em duo com Maria Gadú, “10 Minutos (Dimmi Perché)” e “8 histórias”, as três em parceria com Chiara Civello, “Ruas de Outono” (c/ Antônio Villeroy), em duo com em duo com Zizi Possi, “Eu que não sei quase nada do mar” (c/ Jorge Vercilo), em duo com Maria Bethânia, “Tá rindo, é?” (c/ Antônio Villeroy e Mombaça), em duo com Seu Jorge, “Torpedo” (c/ Gilberto Gil e Mombaça), em duo com Gilberto Gil, “Milhares de sambas”, em duo com Roberta Sá, “Cabide”, em duo com Luiz Melodia, e “Homens e mulheres”, em duo com Angela Rô Rô, além de “Heroína e vilã” (Antonio Villeroy), em duo com o autor. Também em 2009, estreou o show “N9ve” no Credicard Hall (SP), com direção e cenografia de Bia Lessa e direção musical de Alê Siqueira.
Depois de passar por algumas capitais, em 2010 apresentou o show “N9ve” no Citibank Hall (RJ). Nesse mesmo ano, apresentou-se no Vivo Rio (RJ), com o show “Ensaio de Cores”.

22
MAI
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