Iniciou sua carreira artística em 1968, como integrante do conjunto Os Novos Baianos, com o qual gravou diversos discos.
Em 1978, com a dissolução do grupo, partiu para carreira solo, lançando o LP "O que vier eu traço", com destaque para "Menino do Rio" (Caetano Veloso), um de seus maiores sucessos.
No ano seguinte, gravou "Pra enlouquecer".
Em 1980, participou do Festival de Montreux (Suíça), lançando o LP "Baby Consuelo ao vivo em Montreux".
Ainda na década de 1980, lançou os LPs "Canceriana telúrica" (1981), que incluiu a faixa "Todo dia era dia de índio" (Jorge Benjor), outro grande sucesso da cantora, "Cósmica" (1982), "Krishna Baby" (1984), e "Sem pecado e sem juízo" (1985), com destaque para a faixa-título.
Em 1991, lançou o LP "Ora pro nobis".
Ainda na década de 1990, realizou uma peregrinação à cidade de Santiago de Compostela (Espanha), passando a adotar, em seguida, o nome artístico de Baby do Brasil.
Em 1997, lançou os CDs "Um" e "Acústico: Baby do Brasil". Ainda nesse ano, reuniu-se aos demais integrantes do grupo Os Novos Baianos para a gravação do CD duplo "Infinito circular", e também para a apresentação de show homônimo realizado no Metropolitan (RJ).
Em 2000, autoproclamou-se evangélica, após experiências místicas que tiveram início com o paranormal Thomas Green Morton (o mentalista do "Rá"). Nesse mesmo ano, lançou o CD "Exclusivo para Deus".

23
MAI
Aniversariantes
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