Fonte: CD Cacuriá de D. Teté. Produção: Laborarte
Entrevista com D. Teté
O Cacuriá tem uma vertente na Festa do Divino Espírito Santo, pois ao fim da festa, em todas as casas, tem o carimbó das caixeiras. Assim, criou-se a dança do Cacuriá, cordão e roda, depois do término do festejo do Divino, para prolongar a brincadeira.
No carimbó, uns batem palmas, outros batem na caixa, formando um ritmo para começar a dança, para movimentar o corpo. Outros inventam versos para pedir bebidas ou elogiar as pessoas. A maioria dos participantes eram pessoas idosas. Levanta-se o mastro, tem a missa, tem o derrubamento do mastro, depois tem o carimbo de serrar o pau – serrando com um serrotizinho. A partir daí criou-se o Cacuriá.
Em 80, D. Teté foi para o Laborarte trabalhar numa peças de pastores. Lá, se tinha uma festa, ela batia a caixa e chamava as pessoas para dançar o Cacuriá.
Depois, Teté começou a ensinar a dança para as crianças, fazendo seus próprios versos, com a ajuda da neta. Finalmente, o Cacuriá como conhecemos hoje.
A ramificação do Cacuriá cresceu bastante e houveram inovações, quando foram acrescentados alguns outros elementos na dança.
Alguns elementos foram adicionados também ao ritmo, como o violão, a flauta e o banjo. Segundo, ela para ficar mais bonito.
OBS.: Não foi dado o significado do nome da brincadeira.
Fonte: D. Teté, folclorista, coordenadora do Cacuriá mais famoso do Estado, em entrevista à Rádio Universidade FM

24
MAI
Aniversariantes
Alcyr Pires Vermelho
Baptista Júnior
Bernardo Bessler
Chacal
Dario Lopes
David Ganc
Luis Filipe de Lima
Martinez Grau
Sereno do Cacique
Willians Pereira
Zé do Maranhão

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