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Fernando César

Fernando César Pereira
7/11/1917 Portugal

Dados Artísticos

  Foi apresentado pelo radialista Chacrinha à cantora Dóris Monteiro. O radialista muito insistiu para que ela o conhecesse. Um dia, atendendo ao pedido de Chacrinha, a cantora conheceu o compositor e adorou suas composições. Em 1954, teve uma de suas primeiras composições gravadas, o samba-canção "Foi você", parceria com G. Bianchi, e registrada na Continental por Bill Farr. Em 1955, Dóris Monteiro gravou o samba-canção "Dó-ré-mi", cuja letra dizia: "Você é corpo e alma, em forma de canção, você é muito mais do que, em sonho eu já vi, você é dó, re-mi-fá, e sol lá si, ...".  O samba-canção foi o sucesso nas paradas deste ano. Dóris tornou-se, assim, uma de suas intérpretes favoritas. No mesmo ano, o Trio Tupi gravou seu fox trot "Amor em 3-D" e o samba "E agora José"; Vera Lúcia o samba "O amor é isso", e Paulo Molin o samba canção "Amor de segunda mão". No mesmo ano, Carlos Augusto gravou a valsa "Cigarro sem batom", também gravado por cantores como Cauby Peixoto, Miltinho e Agostinho dos Santos. Ainda nesse ano, recebeu do crítico Sylvio Tulio Cardoso a menção honrosa na categoria "Melhor compositor" no concurso Globo de Ouro promovido pelo crítico através do jornal O Globo. Em 1956, conseguiu mais um êxito com o bolero "Para que recordar", feito em parceria com Carlos César. No mesmo ano, Dóris Monteiro gravou a toada "Vento soprando" e o samba canção "Quando as folhas caírem", com Maurício de Oliveira, e Dalva de Andrade a toada "Chuva". Ainda no mesmo ano, Agostinho dos Santos gravou o fox- canção "Falam meus olhos", e Carmen Déa o samba "Pra que falar", parcerias com Nazareno de Brito. Também em 1956, Cauby Peixoto gravou o fox "Volta ao passado", e Ellen de Lima o bolero "Vício", que viria a se tornar o carro-chefe da cantora. Em 1957, fez sucesso com  o samba-canção "Graças a Deus". No mesmo ano, Dorival gravou no sax alto o samba-canção "Joga a rede no mar", parceria com Nazareno de Brito, que viria a fazer sucesso com vários cantores e o beguine "O amor é isso"; Dóris Monteiro mais dois sambas-canção "Graças a Deus" e "Melancolia", e Bill Farr o bolero "Deus te favoreça". Também no mesmo ano, RosanaToledo gravou o bolero "Faça de conta", Agostino dos Santos os boleros "Esquecimento", parceria com Nazareno de Brito, e "O amor não tem juízo", e Maysa o samba-canção "Segredo". Em 1958, Agostinho dos Santos gravou na Polydor os sambas canção "Tudo ou nada" e "Graças a Deus" e os sambas "Crepúsculo", "Segredo" e "Deixe que eu possa esquecer", todos com Renato de Oliveira. No mesmo ano, Francisco Carlos gravou o bolero "Último favor". Em 1959, foi lançado LP no qual vários cantores interpretaram sua obra. No mesmo ano, Dalva de Andrade gravou o samba-canção "História" e a rumba-canção "Insistência", parcerias com Luiz Cláudio. Também no mesmo ano, Agostinho os Santos gravou a valsa "Balada do homem sem Deus", parceria dos dois, Roberto Luna o bolero "Arrependimento", com Dolores Duran, e o samba-canção "Longe de ti", com Ester Delamare, Elza Laranjeira o samba-canção "Estou amando azul", parceria com Britinho, e Maysa o samba-canção "A noite é de nós dois", com Ottelo Zuccolo,  todos na RGE. Ainda em 1959, Lana Bittencourt gravou na Columbia os foxes "A noite é nossa", versão de composição de Lubin e Roth, e "O milagre da volta", parceria com Armando Cavalcânti, e Ângela Maria na Copacabana gravou o samba-canção "Quem me dera ser a voz do vento", parceria com Índia Borges. No mesmo período conheceu um grande sucesso nos primórdios do rock no Brasil com "Marcianita", uma versão da composição de Marcone e Alderete gravada por Sérgio Murilo. Em 1960, compôs com Ted Moreno os sambas-canção "Ser só", gravado por Carlos José, e "Novo céu", gravado por Valéria, os dois na Continental. No mesmo ano, Agnaldo Rayol gravou na Copacabana o bolero "Quando as saudades se encontram", parceria com Tito César. Ainda no mesmo ano, Peri Ribeiro gravou "Sol de ouro em céu azul", o Trio Esperança "Rock do espirro", com Alfredo Max, e Wilson Simonal "Biquinis de borboletas", com Britinho, os três na Odeon. Em 1961, teve os boleros "Bis" gravado por Albertinho Fortuna, e "Quem ama sabe porque" por Carlos José, e o samba-canção "Luz que não se apaga", parceria com Britinho, gravado por Nora Ney, todos na Continental. No mesmo ano, Roberto Luna gravou na RGE o bolero "Assim é se nos parece", e Peri Ribeiro, na Odeon, "Noite chuvosa", parceria com Britinho. Ainda no mesmo ano, compôs com Carlos Imperial a valsa "Cantiga dos olhos auiz", gravada na Copacabana por Selma Rayol. Ainda em 1961, teve duas composições gravadas por Roberto Carlos no LP "Louco por você", o primeiro do cantor antes do sucesso da jovem gaurda: "Não é por mim" e "Se você gostou", ambas com Carlos Imperial. Em 1962, Agnaldo Rayol gravou o fox "O céu que vem de você", parceria com Britinho. Em 1963, Risadinha gravou "Amor de olhar", Dalva de Andrade "Não me esqueça", com Britinho, e Helena de Lima "Nunca te direi" e "longe de mim", também parcerias com Britinho. Em 1964, teve mais duas composições gravadas por Helena de Lima: "Penumbra", parceria com Ted Moreno, e "Ponto e chuva", com Britinho. Em 1965, seu samba-canção "Ser saudade", com 'Britinho, foi gravado por Helena de Lima, no LP "Outra noite no Cangaceiro...",m da gravadora RGE. Em 1966, teve duas parcerias com Britinho gravadas por Ellen de Lima: "Mil e tantas madrugadas" e "Enquanto houver amanhã". No mesmo ano, Helena de Lima gravou "Nossa favela", parceria com Britinho. Em 1968, teve o fox "Dó ré mi", gravado pela cantora Waldirene, estrela da Jovem Guarda, em compacto simples. Em 1969, Ellen de Lima gravou "Não é por mim", parceria com Carlos Imperial. Em 1973, sua versão para o rock "Marcianita" foi gravada por Raul Seixas no LP "Os 24 maiores sucessos da era do rock". Teve mais de cem músicas gravadas.  

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