Busca:

G. R. E. S. União da Ilha do Governador



Dados Artísticos

Escola fundada a 7 de março de 1953 por Maurício Gazelle, Joaquim Lara de Oliveira (Quincas), Orphylo Bastos e mais 59 sócios, com sede localizada na Estrada do Galeão, 322, Ilha do Governador. Suas cores são azul, vermelha e branca. No dia 5 de março de 1953, desfilavam na Estrada da Cacuia, ponto central do carnaval da Ilha,  pequenas escolas e blocos de vários bairros da região. Maurício, Orphylo e Quincas sentiram a necessidade de fundar uma escola de samba da própria Cacuia. Passada a festa, o grupo se juntou aos rapazes do time de futebol União Futebol Clube e, no dia 7 de março, no armazém do Maurício, fundaram a escola. O autor do desenho do brasão da bandeira foi Édson Machado. A escola tinha o maior ganhador de sambas-enredos, Didi, pseudônimo do Procurador da República Adolfo de Carvalho de Baeta Neves. Didi ganhou um total de 24 sambas-enredos em várias escolas, seja assinando com pseudônimo ou simplesmente não assinando. Suas principais colocações nos grupos e seus respectivos enredos, segundo Hiram Araújo, no livro "Carnaval - Seis mil anos de história",  foram: 1990: sétimo lugar no Grupo Especial com o enredo "Sonhar com o rei dá João"; 1991: nono lugar no Grupo Especial com o enredo "De bar em bar, Didi um poeta"; 1992: décimo lugar no Grupo Especial com o enredo "Sou mais minha Ilha"; 1993: décimo primeiro lugar no Grupo Especial com o enredo "Os maiores espetáculos da terra"; 1994: quarto lugar no Grupo Especial com o enredo "Abrakadabra o despertar dos mágicos"; 1995: décimo primeiro lugar no Grupo Especial com o enredo  "Todo dia é dia de índio"; 1996: décimo segundo lugar no Grupo Especial com o enredo "A viagem da pintada encantada"; 1997: décimo segundo lugar no grupo Especial com o enredo "Cidade maravilhosa, o sonho de Pereira Passos"; 1998: nono lugar no Grupo Especial com o enredo "Fatumbi - Ilha de Todos os Santos"; 1999: décimo lugar com o enredo "Barbosa Lima, 102 anos do sobrinho do Brasil"; 2000: oitavo lugar no Grupo Especial com o enredo "Pra não dizer que não falei das flores"; 2001: Desfilou com o enredo "A União faz a força com muita energia". Em 2002 a escola classificou-se em 3º lugar no defile do Grupo de Acesso. No ano de 2006, tendo como presidente Giovanni Reinte, desfilou com o samba-enredo "As minas Del Rei São João", de autoria de Alberto Varjão, Muca, Carlinhos Danoninho, Adilson Cobra Criada, Bebeto do Arrastão, Pinto, Carlinhos Fuzil, Maurício Maia, Niva e Ricardo Grassano, tendo como puxador Ito Melodia.
No ano de 2008 desfilou no Grupo de Acesso A, no qual se classificou em 5º lugar.
Em 2009 a escola foi a vencedora do Grupo de Acesso A, retornando ao Grupo Especial no ano de 2010. Neste mesmo ano classificou-se em 11º lugar, no Grupo Especial, com o samba-enredo "Dom Quixote De La Mancha, O Cavaleiro dos Sonhos Impossíveis", de autoria dos compositores Grassano, Gabriel Fraga, Márcio André Filho, João Bosco, Arlindo Neto, Gugu das Candongas, Marquinho do Banjo, Barbosão, Ito Melodia e Léo da Ilha, puxado por Ito Melodia.
Em 2011 a escola desfilou com o samba-enredo "O Mistério da Vida", de Gugu das Candongas, Marquinhus do Banjo, João Paulo, Márcio André Filho, Ito Melodia e Arlindo Neto, tendo como intérprete Ito Melodia. A União da Ilha, Acadêmicos do Grande Rio e Portela tiveram seus barracões destruídos por um grande incêndio ocorrido em fevereiro, na Cidade do Samba, poucas semanas antes do carnaval. Por decisão do Prefeito do Rio, Eduardo Paes, o secretário municipal de Turismo e presidente da Riotur, Antônio Pedro Figueira e a diretoria da LIESA em conjunto com os presidentes das Escolas de Samba do Grupo Especial, todas as três escolas prejudicadas desfilaram "hors concours", isto é, sem a avaliação dos julgadores.
No ano de 2012, no Grupo Especial do carnaval carioca, a escola classificou-se em 8º lugar com o samba-enredo "De Londres ao Rio: Era uma vez... Uma Ilha...", de Marquinhos do Banjo, Alberto Varjão, Eduardo, Alan das Candongas, Márcio André Filho, Carlinhos Fuzil, Fabiano Fernandes, Aloisio Villar, Cadinho e Roger Linhares.
BIBLIOGRAFIA CRÍTICA: ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Edição Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.

Mais visitados
da semana

1 Luiz Gonzaga
2 Caetano Veloso
3 Chico Buarque
4 Tiê
5 Música Sertaneja
6 Noel Rosa
7 Milton Nascimento
8 Pixinguinha
9 Festivais de Música Popular
10 Tonico e Tinoco