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Iolanda Osório



Dados Artísticos

Teve uma curta carreira fonográfica no começo da década de 1930 apresentando ainda em Cassinos e Rádios. Estreou em disco em 1930 gravando pela Brunswick com o Grupo Desafiadores do Norte o samba "Chô arara", de João Miranda. No segundo disco cantou com o mesmo grupo o samba "Dona Toínha", de João Miranda. Em seguida, gravou a embolada "Aí baiano" e o samba "Devagá cá mesa", de João Miranda e a toada "O peso do pesado", de João Frazão, também com o grupo Desafiadores do Norte.

Em seu primeiro disco solo gravou o samba-fox "A terra dos navá", de Henrique Vogeler e o samba "Sinarzinho de Ioiô", de Henrique Vogeler e Rocha com acompanhamento da Orquestra Brunswick sob direção de Henrique Vogeler. Com a mesma orquestra gravou ainda nesse ano os sambas "Orgulhosa", de João da Gente e "Até quebrar", de Chernovia Leão. Com o grupo Desafiadores do Norte gravou o samba "Jandira", de Romualdo Miranda. Ainda nesse ano, registrou os sambas "Chorei", de Benedito Lacerda e "Ingratidão", de Jaci Pereira e Benedito Lacerda e a marcha "Eu quero casar", de Lamartine Babo.

Lançou em 1931 os sambas "Gaivota do amor", de Caninha e "Desconfiado", de Altamiro Godinho; os maxixes "Sonho brasileiro", de Bonfíglio de Oliveira e Lamartine Babo e "Larga o osso", de F. Correia da Silva e as marchas "Oh Iaiá!" e "Eu só gosto de você", da dupla Artur Castro e A . Henriques. Ainda nesse ano, lançou o choro-canção "Meus ciúmes", de Sinhô; as marchas "Os moços de hoje", de Lamartine Babo e J. Machado e "Boa roupa", de Pedro Cabral e Dan Málio Carneiro e o samba "Me deixa em paz", de Loló Uerba.

Ainda em 1931, gravou um disco pela Odeon com a marcha "Não vá embora", de Júlio Casado e M. Campos e o samba "Tudo virou", de A . R. de Jesus com acompanhamento da Orquestra Copacabana do Cassino Copacabana. Em 1932, transferiu-se para a gravadora Columbia e lançou em seu primeiro disco no selo as músicas "Mulher bonita" e "Enferrujado" cujos autores não apareceram no selo do disco. Gravou também as marchas "Arrastão", de Vitor Hugo de Albuquerque e "Marcha ortográfica", de Jorge P. Nóbrega. Ainda nesse ano, gravou o tango "Por que razão?", de Alfredo Gama e a marcha "Paquita meu bem!...", do mesmo autor e registrada em dueto com o cantor Ildefonso Norat.

Gravou 18 discos com 33 músicas pelas gravadoras Odeon, Columbia e Brunswick registrando músicas de compositores como Henrique Vogeler, João da Gente, Lamartine Babo, Benedito Lacerda; Bonfíglio de Oliveira e João Miranda.

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