Começou tocando trompete na banda do 23º Batalhão de Infantaria do Rio de Janeiro. Ao deixar a corporação, organizou a Banda de Música da Fábrica de Tecidos Aliança, nas Laranjeiras. Posteriormente, sentou praça no 1º Regimento da Brigada Policial. Depois de dar baixa, trabalhou em várias orquestras de dança da época. Quando trabalhava na orquestra "Cordigaia-Lavale", no Teatro Municipal de Niterói, recebeu convite para organizar a Banda do Corpo de Bombeiros da capital fluminense. Trabalhou, ainda, como mestre da Banda do 6º Batalhão da Polícia Militar, no Andaraí, bairro do Rio de Janeiro. Nessa época teve composições suas gravadas e editadas. É o caso de "A rolinha do sertão (Assim é que é)", samba em parceria com Mirandela, gravado primeiramente por Baiano na Odeon e grande sucesso no carnaval carioca de 1919. O samba foi também gravado pela Banda do Batalhão Naval também na Odeon. No carnaval de 1922, veio outro sucesso, a marcha-rancho "Coração divinal". Em 1924, o samba carnavalesco "Panela furada" foi gravado pelo cantor Bahiano na Odeon. Foi também 2º Tenente-músico do Regimento de Cavalaria da Frei Caneca. Deixou outras composições, entre elas: "Xuxu", "Nair", "Zilá", "Paraíso das flores", "Me larga", "Canção do aviador" e o maxixe "A cigana do Catumbi", muito divulgado no Rio de Janeiro, naquela época. Em 1957, Pixinguinha (com sua orquestra) gravou pela Sinter um dos LPs mais importantes da história do choro: "Assim é que é", onde está registrado seu maxixe "A cigana do Catumbi".

26
MAI
Aniversariantes
Alex Rocha
Almir Chediak
Flávio Cavalcanti
Juju Fontoura
Osvaldo Santiago
Sivuca
Tony Tornado

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