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Lady Zu

Zuleide Santos da Silva
5/7/1958 São Paulo, SP

Dados Artísticos

Em 1977, através dos disc-jóquei Sebastião Ferreira da Silva, gravou um compacto simples com produção de Marcos Maynard. O disco vendeu milhares de cópias e chamou a atenção da gravadora para lançá-la em LP. No ano seguinte, a Phonogram lançou seu primeiro LP "A noite vai chegar", título retirado da canção homônima de Paulinho Camargo. A música foi incluída na trilha da novela "Sem Lenço, sem documento" da Rede Globo e lançada no disco homônimo pela Som Livre. Neste disco também foram incluídas: "Eu prefiro dançar", "Esqueça-me" e "Não deu em nada", todas de autoria de Totó Mugabe; "Com sabor" (Dom Charles e Nélson Motta); "Novidades" (Peninha e Miguel Cidras), "Lady é meu nome" (Arthur Giglio) e ainda "Amando você" e "Solução", ambas de Paulinho Camargo. O disco lhe valeu o título de "Rainha da Discoteca Brasileira" por suas interpretações com base na disco-music, fazendo uma espécie de versão brasileira da cantora norte-americana Donna Summer. Outro sucesso do mesmo disco foi "Só você (por você, sem você)", de autoria de Cleide Dalto e Paul Greeus. Ainda deste disco, destacou-se a faixa "Hora da união", incluída em várias cenas da novela "Dancin' days" da Rede Globo. No ano seguinte, lançou o disco "Fêmea brasileira", do qual destacou-se a faixa "Hora da união" (Totó Mugabe), que mesclava soul music ao samba. Ainda deste disco foram incluídas "A força do pensamento" (Danilo Pinheiro, Chico Roque e Biachi), "Fêmea brasileira" (Markú Ribas) e uma versão dance para "A banda" de Chico Buarque, que também fez muito sucesso na época.

No ano de 1980, lançou pela Philips o LP "Lady Zu".

Em 1988, interpretando "Junto a mim", participou da coletânea "Alma negra", lançada pela gravadora Continental. Neste disco também participaram Carlinhos Trumpete, Tony Bizarro, Luis Vagner e Tony Tornado.

Em 1990, também pela Continental, gravou o disco "Louco amor", interpretando "Céu de luz" (Jorjão Barreto, Sérgio Sá e Robson Jorge), "Contrato assinado" (Chico Roque e Paulo Sérgio Valle) e sua composição "Foi demais", parceria com Satch.

No ano de 1997, fez uma participação no disco "Pouco pra mim", de Carlos Navas, lançado pela gravadora Dabliú.

Em 2001, sua faixa "A noite vai chegar" foi incluída por Ed Motta e Nélson Motta na trilha sonora do filme "A Partilha" e lançada em CD. Neste mesmo ano a gravadora Universal Music remasterizou e lançou em CD "A noite vai chegar" (1978) e "Fêmea brasileira" (1979).

No ano de 2002 lançou o disco "Number one", pela gravadora Abril Music, no qual interpretou a música "Você é tudo o que eu quero para mim", faixa de trabalho em várias emisoras do país e ainda "Assim não dá" (Hannah Lima); "Procura" (Lílian Vasleka); "Felicidade urgente" (Cláudio Zoli e Ronaldo Santos); "Só uma" (Kiko Zambianchi), regravou "A noite vai chegar", "Junto a mim" e "A hora da união" e de sua autoria "Eu vou te procurar". Neste mesmo ano foi lançado o livro "Driblando a censura - De como o cutelo vil incidiu na cultura", de Ricardo Cravo Albin, no qual consta o relato de uma composição de sua autoria proibida pela censura e liberada pelo Conselho Superior de Censura. O CSC foi integrado por personalidades da sociedade civil, entre os quais o jornalista Pompeu de Souza, representante da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), Daniel Rocha (SBAT - Sociedade Brasileira de Autores Teatrais), Geraldo Sobral Rocha (Abraci - Associação Brasileira de Cineastas) e Ricardo Cravo Albin (Abert - Associação Brasileira de Rádio e Televisão). A composição em questão foi "Vamos sexar", de sua autoria.

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