Iniciou a carreira no final da década de 1950. Gravou seu primeiro disco em 1960, pelo selo Discobras, interpretando o samba "Pensando em você", de Renato Gaetani, em disco que trazia na outra face o cantor Marinho Cardoso. Em 1961, lançou pela Caravelle o LP "Marcília Cardoso" interpretando as músicas "Festa nos olhos", de Wilson Batista e Jorge de Castro; "Arrependimento", de Sebastião Verol e Walter Paiva; "Chuva que vem d'alma", de Georgi Lord e M Zimbres; "Eu quis amar", de Milton de Oliveira e Haroldo Lobo; "Quem será" e "Não me digas que não", de W. Cardoso; "Nunca mais" e "Delírio de saudade" de Renato Gaetani; "Meu coração padece", de Carneiro Filho e João Bastos Filho; "Uma noite, o luar e alguém" de Cid Magalhães e Amâncio Cardoso; "Você é para mim", de Cid Magalhães, e "A sentença", de Tito Mendes e Antônio Soares. Em 1964, a gravadora Caravelle relançou quatro discos seus interpretando o beguine "Nunca mais", de Renato Gaetani, os sambas -canção "Não me digas que não", de W. Cardoso; "Quem será", de W. Cardoso, e "Tola intriga", de Bob Lins e William Duba, o samba "Festa nos olhos", de Jorge de Castro e Wilson Batista, os boleros "Delírio de saudade", de Renato Gaetani; "Coração solitário", de Bob Lins e William Duba, e "Luz e sombra", de Cartenas e Suentes, e versão de Palmeira, e o rock balada "Cruel solidão", de Renato Gaetani. Apesar de um bom começo sua carreira sucumbiu mediante as transformações pelas quais passou a música popular brasileira em meados da década de 1960.

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MAI
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