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Os Cancioneiros



Dados Artísticos

Cantores. Em 1955, gravaram o primeiro disco, interpretando a guarânia "Saudade", de Inaldo Vilarim e Genival Macedo, e o baião "Menino do pobre", de Dozinho e Genival Macedo. No mesmo ano gravaram de Rui Morais e Silva o xote "Pinitença" e, de Genival Macedo, a toada "Velho Ceará". Em 1956, dividiram um disco com a Orquestra Copacabana, gravando no lado B o samba "O mesmo amor", de Rui de Morais e Silva. No mesmo ano gravaram a toada "Prece à saudade", de Fernando Luiz, e "Loanda", tema afro-brasileiro de Valdir Silva. Em 1957, gravaram pela Mocambo por duas vezes, dividindo o disco com outros artistas, primeiro com a Orquestra Mocambo de Nélson Ferreira, quando gravaram no lado B do disco o frevo-canção "Tempero de pobre", de Dozinho. O outro disco dividido foi com o Bloco Carnavalesco Batutas de São José, quando gravaram no lado A o maracatu "Nação nagô", de autoria de Capiba. Ainda no mesmo ano, gravaram os sambas "Maracangalha", de Dorival Caymmi, com o qual atingiram o quinto lugar nas paradas de sucesso e "Não vale uma lágrima", de Eleno Clemente. Em 1958, gravaram o beguine "Com todo o meu coração", de Marcucci, P. de Angelis e Zuli, e o baião "Vendedor de caranguejo", de Gordurinha, que se tornou um clássico da MPB. Ainda no mesmo ano, dividiram disco com a Orquestra de Clube da Banda do 14º Regimento de Infantaria, gravando no lado A o frevo-canção "Frevo dos solteiros", de Dozinho. Em 1959, dividiram o disco com Gilberto Fernandes, interpretando no lado A o frevo-canção "Naquela base", de Dozinho. No mesmo ano dividiram outro disco com Gilberto Fernandes, cantando no lado A o samba "Louco", de Dozinho. Em 1962, dividiram disco com o Bloco da Saudade, interpretando no lado B o frevo-canção "Ninguém me vê", de Jorge Gomes.

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