Estreou como cantor em Belo Horizonte, no projeto “Fim de Tarde”, realizado na Sala Humberto Mauro, do Palácio das Artes.
Seu primeiro registro fonográfico ocorreu em 1982, ao participar do LP “Ânima”, de Milton Nascimento, gravando com o compositor e com a cantora Simone a faixa “Comunhão” (Milton Nascimento e Fernando Brant).
Em 1984, lançou o LP "Cativante", que teve produção de Milton Nascimento, direção musical de Túlio Mourão e arranjos e regência de Wagner Tiso. Constam do repertório sua composição “Canto de uma terra”, além das canções “Nenhum mistério” (Lô Borges, Murilo Antunes e Ronaldo Bastos), “Gente que vem de Lisboa” (Tavinho Moura e Fernando Brant), “Se meu jardim der flor” (Zé Renato e Xico Chaves), “Nós dois” (Celso Adolfo), “Tiê sangue” (Carlinhos Menezes e Luiz Duarte), “Arrumação” (Elomar), “Aonde eu nasci passa um rio” (Caetano Veloso) e “Coração civil” (Milton Nascimento e Fernando Brant) e a faixa-título (Milton Nascimento e Túlio Mourão). O disco contou com a participação de Milton Nascimento, Cláudio Venturini, Márcio Montarroyos, Nivaldo Ornelas e Túlio Mourão.
Em 1985, defendeu a canção “João Rosa" (Nivaldo Ornelas e Murilo Antunes) no Festival dos Festivais (Rede Globo).
Em 1990 gravou o disco "Alma animal", contendo suas canções “Meu tamanho” e “Bonito”, ambas com Sérgio Santos, “Desafio do mar” (c/ Juarez Moreira), “Mudança de tempo”, “Dona Júlia” (c/ Lulu Guedes e Beto Guedes), “Lira IV” (sobre versos de Tomás Antônio Gonzaga) e “Esperando a feijoada” (c/ Heraldo do Monte), além de “Estações do amor” (Edson Aquino), “A paixão é sempre passageira” (Nelson Ângelo e Fernando Brant) e a faixa-título (Robertinho Brant e Fernando Brant). O disco, lançado também na França pelo selo Paixão Brèsil, contou com a participação de Toninho Horta, Túlio Mourão, Nivaldo Ornelas e Nelson Ângelo.
Em 1995 lançou o CD "Orlando", registrando canções consagradas na voz de Orlando Silva. Fez show de lançamento do disco no Palácio das Artes (BH). O disco teve produção executiva do próprio cantor, direção musical, arranjos e orquestrações de Geraldo Vianna e contou com a participação de Tavinho Moura e Beto Lopes.
Constam ainda de sua discografia participações em discos de Milton Nascimento (“Anima”, na faixa “Comunhão, de Milton Nascimento e Fernando Brant), Beto Guedes (“Andaluz”, na faixa “Choro de pai”, parceria de ambos), Sá e Guarabyra (“Cartas, canções e palavras”, na faixa “Barqueiro de vela”, de sua parceria com Sérgio Santos e Guarabyra), Pena Branca e Xavantinho (“Ribeirão encheu”, na faixa “Congo”, de sua parceria com Marco Antônio Martins; e “Coração matuto”, na faixa “Divina estrela”, de sua parceria com Júlio Costa Val), Fernando Brant (“25 anos de Travessia”, na faixa “Manuel, o audaz”, de Toninho Horta e Fernando Brant) e Flávio Henrique (“Primeiras histórias”, na faixa “Carro de boi”, de Flávio Henrique), além de sua participação nos discos “Momento Velas” (na faixa “Sertaneja”, de René Bitencourt), “Tiradentes nosso herói” (na faixa “Coração civil”, de Milton Nascimento e Fernando Brant) e “Hino do Centenário” (na faixa “Marcha do Centenário”, de Ricardo Nogueira de Faria).
Como autor, teve canções gravadas por Sá e Guarabyra, Beto Guedes, Pena Branca e Xavantinho e Paulinho Pedra Azul.
Participou com sucesso de vários festivais de música, ao longo de sua carreira.
Em 2000, apresentou o “Programa Tadeu Franco e Companhia” na TV a Cabo, Canal 30, CBH, hoje Metrópole, durante nove meses.
Recebeu, na Câmara Municipal de Belo Horizonte, o título de Cidadão Honorário e a Comenda Rômulo Paes, de Mérito Artístico.

27
MAI
Aniversariantes
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